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Leme!

Duas horas de ondas no pico da Zona Sul


Me lembro do Leme muito bem. Foi uma das primeiras praias em que fui pegar onda. Lembro que não gostava daquilo ali, a onda era forte, buraco, e perto da beira e eu só queria aprender a ficar em pé na prancha. Pois tive que mudar de praia para conseguir; ondas como a do Arpoador ou da Barra são muito mais amigáveis para iniciantes.


Mas nunca esquecerei do Leme, até porque, alguns anos depois, voltei a frequentar bastante essa praia, e não apenas porque agora já sei ficar em pé na prancha, mas também porque comecei a fotografar muito por lá.



Já falei o quanto o Leme é bom pra fazer foto? Devo ter dito né. É uma onda forte, buraco e perto da beira, exatamente as mesmas característica que há anos me levaram para longe do Leme, agora me trazem de volta. Agora, como uma das minhas praias favoritas no Rio de Janeiro.



Essa foi um ondulação com bastante influência de leste, que subiu no meio da semana. O fundo não está lá essas coisas, mas no segundo dia de ondas, com o mar já um pouco menor e mais certo, o pico funcionou bem do jeitão Leme, mar difícil de surfar mas com algumas ondas impressionantes.


Foi a vez de Stephan Figueiredo e Franklin Serpa, dois “goofy footers” atirados que adoram tubos. Destaque também para o bodyboarder Felipe Perusin.



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